Red: Cleimer Carneiro, Maycon Santos

Um adolescente de 13 anos de nome Ylam Tavares morreu após ter sido atingido na região do tórax por um tiro de espingarda na localidade de Distrito de Ariaú, município de Barreirinha. O fato ocorreu na noite de quarta-feira (17). A autora do disparo que ocasionou a morte do menor foi Rayone Suelem Albuquerque de Souza, 36, natural de Parintins e exerce o cargo de professora na comunidade.

Após se comunicado do ocorrido o delegado interino de polícia civil de Barreirinha dr. Cleverson Castro com o apoio dos PMs sargento Carneiro Pinto, sargento Erik Santos, soldado Dorivan Castro Marinho e o apoio na viatura de Sargento Efraim Ramos, se dirigiram até a comunidade onde conseguiram trazer a acusada até a cidade, onde no momento encontra-se recolhida a disposição da justiça.

De acordo com o  investigador Cleverson Castro, a acusada disse a ele que a mesma estava em sua casa varrendo e pegou a espingarda que estava atrás da porta, foi quando a mesma disparou e atingiu o adolescente que ia passando na rua, a uma distância de mais ou menos 8 metros de distancia de onde partiu o tiro, o menor não resistiu aos ferimentos e morreu sem dar tempo de ser encaminhado ao hospital de Barreirinha.

Relatos de pessoas próximas afirmam que ela chegou em sua residência por volta das 9:00 da noite dessa quarta feira e flagrou o jovem de 14 anos com sua filha também menor. Teve uma discussão e nesse momento pegou uma espingarda e deu um tiro no peito do jovem que teve morte imediata.

O clima na comunidade ficou tenso os familiares do jovem tentaram agredir à mesma. Uma multidão de pessoas esperavam a chegada da mulher no porto do pucu e na delegacia onde amigos e familiares  gritavam Assassina e pedindo justiça a polícia fez um cordão de isolamento na delegacia por conta de familiares do jovem.

O corpo do jovem permaneceu na comunidade onde ficou sendo velado por familiares e seu sepultamento será hoje quinta feira.

O delegado disse ainda que devido o tumulto que se formou na comunidade e por conta de ameaça de  linchamento da acusada, a equipe de policiais  teve que retornar à cidade trazendo a autora do crime e por conta disso   não foi possível ouvir mais testemunha na comunidade.

O caso segue sendo investigado.