Red: Cleimer Carneiro

Em anos anteriores, a vazante do Rio Amazonas tinha seu fim em outubro. Neste ano, o rio começou a subir com atraso, segundo o coordenador da Defesa Civil de Parintins, Samuel Reis.

Com a vazante, ribeirinhos ficam isolados e comunidades enfrentam falta d’água.

Para Samuel Reis, a e estiagem e a subida dos rios são os dois grandes momentos em que a Defesa Civil trabalha fortemente, seja em terra firme ou em área de várzea.

O coordenador explica que o momento é de repiquete, quando a água sobe e dá uma trégua, mas começou muito tarde.

“Vamos acompanhar a subida dos rios lá de cima [Alto Amazonas], para poder planejar nossas futuras atividades aqui na micro-região de Parintins”, comentou Samuel.