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Investigações sobre suposta rede de pedofilia continua na Justiça

O Ministério Público do Estado (MPE) não encerrou as investigações que se referem a existência em Parintins de uma suposta rede de pedofilia denunciada em 2015.

A denúncia da rede de prostituição de crianças e adolescente se envolvendo diversas autoridades foi feita pelo conselheiro dos Direitos Humanos, Renato de Almeida Souto.

A promotora de justiça Lilian Nara Pinheiro de Almeida da 2ª Promotoria de Justiça de Parintins (2ª PJP), explica que apenas a notícia de fato foi arquivada no âmbito do MP, mas continua na Justiça.

“Foi arquivado apenas um procedimento que estava tramitando simultaneamente no Ministério Público, mas o processo segue normalmente na Justiça. Quando eu produzo todas as provas no âmbito extrajudicial o MP tem um procedimento de arquivar a notícia de fato”, explica.

A agente ministerial reafirmou que o assunto não foi esgotado e nem acabou, as investigações continuam no âmbito da Justiça. “As pessoas já vão ser interrogadas, as testemunhas serão ouvidas, até porque algumas já morreram, mas há os depoimentos delas no processo”, declarou.

A promotora explicou que o processo continua em segredo de justiça não para proteger os eventuais acusados, mas para preservar as vítimas, que eram menores na época da denúncia.

“O sigilo é por conta da proteção das pessoas que eram vítimas e a maioria eram crianças e adolescentes”, explicou.

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